quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

58 - Exercícios de recuperação


1. Caracterize a Constituição de 1824

2. O que foi a Confederação do Equador (1824)?

3. Descreva a Guerra da Cisplatina (1825-1828)

4. Indique um motivo econômico e um motivo político da crise do Primeiro Reinado em 1831

5. O que foi o "7 de Abril de 1831"?

Consultar  Livro  2  Parte 1 Capítulo 9 e Parte 2 Capítulo 12

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

57 - Exercícios de recuperação

EXERCÍCIOS DE RECUPERAÇÃO


1. Descreva os motivos da transferência da Corte portuguesa para o Brasil em 1808.

2. Por que a Abertura dos Portos (1808) foi considerada decisiva para a ruptura do colonialismo português no Brasil?

3. Explique por que os Tratados de 1810 reforçaram a presença econômica britânica no Brasil.

4. Indique os objetivos políticos e econômicos da Revolução do Porto (1820).

5. "A independência do Brasil mudou profundamente a sociedade brasileira". Você concorda com essa frase? Justifique sua resposta.

Consultar  Livro  2  Parte 1 Capítulo 9 e Parte 2 Capítulo 12

 

terça-feira, 4 de novembro de 2014

56 - Conteúdo da prova da 5 etapa


CONTEÚDO DA PROVA 5 ETAPA

PROFESSOR PAULO CARDOSO

Revolução Inglesa

Revolução Francesa

O Primeiro Reinado

O Período Regencial

O fim do tráfico negreiro no Brasil: motivos e consequências

FONTES DE ESTUDO:

Livro 1  Segunda Parte Capítulo 19

Livro 2  Primeira Parte Capítulo 6

Livro 2  Segunda Parte 2 Capítulos 12, 15 e 17

Esquemas do caderno

PROFESSOR CÁSSIO TUNES

A Revolução Haitiana

As Reformas Bourbônicas na Espanha

As Revoluções Hispano-Americanas

O México no século XIX

FONTES DE ESTUDO:

Livro  2  Primeira Parte Capítulo 7 (pág. 107-113)

Textos no blog historia2ano.blogspot.com

Esquemas de aula: disponíveis no Facebook (Grupo História 2 Ano) e no blog

Texto Revolução Haitiana: http://historia2ano.blogspot.com.br/2012/08/28-revolucao-haitiana-1791-1804.html

Texto Reformas Bourbônicas e Revoluções Hispano-Americanas: http://historia2ano.blogspot.com.br/2012/08/29-independencia-da-america-espanhola_297.html

Texto México: http://historia2ano.blogspot.com.br/2014/10/53-texto-mexico-no-seculo-xix.html

Esquema Revolução Haitiana: http://historia2ano.blogspot.com.br/2014/11/55-esquema-da-revolucao-haitiana.html

Esquema Reformas Bourbônicas e Revoluções Hispano-Americanas: http://historia2ano.blogspot.com.br/2014/10/51-esquema-revolucoes-hispanoamericanas.html

Esquema México: http://historia2ano.blogspot.com.br/2014/10/52-esquema-independencia-do-mexico.html

55 - Esquema da Revolução haitiana


A FORMAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS

1. A CRISE DO ANTIGO SISTEMA COLONIAL  1765-1825

SIGNIFICADO

Crise do colonialismo mercantilista europeu na América, resultando na independência dos países americanos

Inserida na crise geral do Antigo Regime

As independências da América foram parte da Era das Revoluções (1774-1850)

As Revoluções Ocidentais, Revoluções Atlânticas ou Revoluções Liberais da Europa e América

■Revolução Americana (1774-1787)

■Revolução Francesa (1789-1799)

■Revolução Haitiana (1791-1804)

■Revoluções Hispano-Americanas (1810-1825)

MOTIVOS

Ascensão das elites coloniais (latifundiários, comerciantes locais, classe média): queriam mais autonomia política e liberdade econômica

Difusão do Iluminismo/liberalismo: defesa de governos eleitos, isonomia, livre comércio

Impacto das guerras européias: geraram problemas financeiros e militares nas metrópoles, que passaram a ter mais dificuldades de controlar suas colônias

 2. A REVOLUÇÃO HAITIANA (1791-1804)

SIGNIFICADO

Independência de Saint Domingue, colônia francesa, que originou o Haiti

Segundo país que ficou independente na América

 CARACTERÍSTICAS

Independência feita por uma revolução dos escravos (caso único)

Luta de classes (escravos contra senhores)

Luta racial (negros/mulatos contra brancos)

Luta nacional (haitianos contra franceses, britânicos e espanhóis)

Estabeleceu o primeiro Estado negro da América

ANTECEDENTES: SAINT DOMINGUE EM 1789

Principal colônia da França

Maior exportador de açúcar e café do mundo

Colonização de exploração com plantations escravistas

Minoria branca dominando uma massa de mulatos livres (poucos direitos) e de escravos africanos

O IMPACTO DA REVOLUÇÃO FRANCESA (1789)

Gerou expectativa de mudanças: igualdade de direitos p/ mulatos, liberdade p/ escravos

Colonos brancos impediram reformas

Governo francês ficou debilitado por causa dos problemas gerados pela revolução (colapso da ordem, guerra civil, guerra europeia)

PRINCIPAIS MOMENTOS

1791. Início da rebelião dos escravos

1792. Queda da monarquia e proclamação da República na França

1793-1798. Intervenção militar da Espanha e da Grã-Bretanha

1793. Governador jacobino Sonthonax abole a escravidão em Saint Domingue

1794. França (Convenção Jacobina) abole a escravidão em seu império colonial

1794-1802. Liderança do negro Toussaint Louverture

■  Derrota os espanhóis e britânicos

■  Conquista Santo Domingo e unifica a ilha de Hispaniola

■  Instala uma ditadura revolucionária em nome da República Francesa
1799. Napoleão Bonaparte assume o poder na França

■ Restauração da escravidão e plano de reconquistar Saint Domingue
1802-1803. Invasão francesa (napoleônica)

■ Captura de Toussaint

■ Liderança negra foi assumida por Jean-Jacques Dessalines

■ Derrota francesa

1804. Independência do Haiti

O IMPACTO DA REVOLUÇÃO HAITIANA

■  Na América Latina e Caribe: temor da “haitização” (revolução de escravos, massacre dos brancos, colapso econômico)

■  Haiti ficou destruído, queda da produção/exportação de açucar, violência política entre facções negras/mulatas rivais

■  1844. Independência da República Dominicana

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

54 - Exercícios

EXERCÍCIOS 2 ANO

1. Descreva as Reformas Bourbônicas. 
2. Compare a Revolução Haitiana com a Revolta de Tupac Amaru.
3. Relacione as Guerras Napoleônicas e as Revoluções Hispano-Americanas
4. Identifique os principais líderes das Revoluções Hispano-Americanas.
5. Descreva as ideias pan-americanas de Bolívar e seus efeitos.
6. Descreva a Revolta de Hidalgo e Morelos no México
7. Explique a criação e o fracasso do Primeiro Império Mexicano (1822-1823)
8. Explique a criação e o fracasso do Segundo Império Mexicano (1864-1867)



quarta-feira, 22 de outubro de 2014

53 - Texto: México no século XIX


O MÉXICO

A INDEPENDÊNCIA DO MÉXICO (1810-1821)

O movimento de independência do Vice-Reino da Nova Espanha (México) foi iniciado por uma revolução camponesa de índios e mestiços liderados por Hidalgo e Morelos. Contudo, a independência só triunfou quando contou com o apoio dos criollos, liderados por Iturbide.

1810-1814. A Revolta de Hidalgo e Morelos. O México foi palco do movimento mais popular e radical do período na América espanhola, caracterizado por uma insurreição das massas camponesas indígenas e mestiças, lideradas pelos padres Hidalgo e Morelos. Hidalgo foi o primeiro líder. Afirmou agir em nome de Fernando VII mas na prática defendeu a expulsão dos espanhóis, a abolição dos tributos indígenas e a devolução de suas terras. O movimento transformou-se em uma guerra racial e os brancos (peninsulares e criollos) foram massacrados nas áreas controladas pelos rebeldes. Os espanhóis conseguiram capturar Hidalgo e o fuzilaram, em 1811. A luta continuou sob a liderança de Morelos, que abandonou a lealdade a Fernando VII e proclamou uma república independente com direitos iguais para todos e um plano de reforma agrária. Morelos também foi capturado e executado pelos espanhóis (1815).

1815-1821. A resistência guerrilheira e a independência do México. Depois do fracasso da Revolta de Hidalgo e Morelos, grupos rebeldes continuaram resistindo com uma luta de guerrilha, liderados por Vicente Guerrero e Guadalupe Victoria. O movimento de independência parecia ter pouca chance de triunfar. Os criollos estavam divididos e a facção conservadora prevalecia, defendendo a monarquia e os privilégios do clero e dos militares. O principal comandante do exército era um criollo conservador, Agustín de Iturbide, que estava preparando-se para sufocar a guerrilha anti-espanhola quando a Revolução Liberal de 1820 estourou na metrópole. A revolução, que visava reduzir a autoridade do rei, eliminar os privilégios do clero e dos militares (os tribunais especiais) e confiscar os bens da Igreja, assustou os conservadores. Temendo que as medidas revolucionárias fossem aplicadas na colônia, Iturbide e os conservadores mudaram de posição e passaram a apoiar a independência, buscando um acordo com os rebeldes. O resultado foi o Plano de Iguala (24 fevereiro 1821), um compromisso entre as lideranças criollas (Iturbide) e indígenas e mestiças (Guerrero) que proclamou a independência do México. Buscando conciliar interesses conservadores e liberais, o Plano estabeleceu as “três garantias”, que seriam protegidas pelo exército: (I) o México seria uma monarquia independente com um monarca europeu, de preferência da dinastia espanhola; (II) mexicanos (criollos, mestiços e índios) e peninsulares teriam direitos iguais; (III) a Igreja Católica manteria seus privilégios. Em setembro de 1821, a Espanha reconheceu a independência da sua colônia mais importante. Contudo, na ausência de um monarca europeu, Iturbide acabou assumindo o trono mexicano em 1822-1823 com o título de Augustin I. Iturbide tentou também dominar as colônias espanholas da América Central (1821), mas elas acabaram se separando do México para constituírem, em 1823, as Províncias Unidas Centro-Americanas (em 1838, essa federação centro-americana se fragmentou nas pequenas repúblicas da Guatemala, Honduras, El Salvador, Nicarágua e Costa Rica). Augustín I não conseguiu apoio suficiente para se manter (o exército ficou dividido) e foi derrubado pelos militares. O México virou uma república, presidida por Guadalupe Victoria (1824-1829).


MEIO SÉCULO DE INSTABILIDADE POLÍTICA (1823-1876)

Com sua independência e o fracasso da monarquia de Itúrbide, o México passou quase meio século mergulhado na instabilidade política caracterizada por golpes de Estado, guerras civis e violentas disputas entre liberais (defensores de um Estado laico e da isonomia) e conservadores (defensores da união Estado-Igreja e de foros ou tribunais especiais para o clero e militares). Consequentemente, esse quadro instável atrasou o desenvolvimento econômico mexicano, aumentando a pobreza no país, além de deixar o México enfraquecido e vulnerável a ataques e invasões estrangeiras, resultando em perda de territórios para os EUA.

1830-1855. Predomínio dos conservadores. Destaque para o governo autoritário do general Antonio López de Santa Anna, presidente em várias ocasiões em 1833-1855. Foi nessa época que o Texas separou-se do México e o país perdeu territórios para os EUA na Guerra de 1846-1848.

1854-1855. Revolução de Ayutla. Revolução liberal liderada por Benito Juarez contra Santa Anna, que foi derrubado.

1855-1857.“La Reforma”. Reformas liberais que tentaram modernizar o México e desenvolver o capitalismo:

abolição dos foros (tribunais especiais) clericais e militares;

educação secular;

as terras comuns das comunidades aldeãs indígenas (ejidos) foram transformadas em pequenas propriedades privadas camponesas. Objetivo de criar uma camada de pequenos proprietários prósperos para dinamizar a agricultura. Fracassou: camponeses empobrecidos venderam ou perderam  suas terras para os latifundiários, que foram beneficiados;

Constituição de 1857: Estado laico, liberalismo

1857-1861. Nova guerra civil entre liberais e conservadores. Radicalização dos liberais (1859): nacionalização/confisco das terras e outros bens da Igreja. Liderados por Juarez, os liberais venceram a guerra civil.

1861-1872. Governo de Benito Juarez. Crise financeira e moratória da dívida externa. Em represália, França, Grã-Bretanha e Espanha atacaram o México. Os conservadores fizeram aliança com a França (Napoleão III) pela qual os franceses invadiriam o México para impor uma monarquia com um rei europeu, apoiada pelos conservadores e protegida pelo exército francês. Para Napoleão III, que desejava estabelecer a hegemonia da França na América Latina, foi uma oportunidade única porque os EUA estavam em guerra civil e não poderiam aplicar a Doutrina Monroe. De acordo com o projeto francês-conservador, o México seria uma espécie de “semicolônia” ou dependência da França. Os franceses invadiram o México (1862), mas Juarez escapou e organizou uma guerrilha com apoio dos EUA.

1864-1867. Monarquia do imperador Maximiliano I Habsburgo. Maximiliano não aboliu as reformas liberais, perdeu apoio dos conservadores e não conseguiu apoio dos liberais. A França acabou retirando suas tropas por causa das pressões dos EUA (com o fim da guerra civil) e a ameaça de guerra na Europa. Juarez e os liberais recuperaram o poder, derrubaram a monarquia e executaram Maximiliano.

O “PORFIRIATO”: GOVERNO DO GENERAL PORFÍRIO DIAZ (1876-1911)

Depois da morte de Juarez (1872), a luta pelo poder continuou até o general Porfírio Diaz (um dos heróis nacionais na guerra contra os franceses) conseguir ser eleito presidente. Diaz instalou um governo autoritário influenciado pelo positivismo (ideal de um governo forte ou ditatorial capaz de modernizar o país). Por meio da força, corrupção e manipulação de eleições, Diaz perpetuou-se no poder, assegurando ao México estabilidade política, desenvolvimento econômico, modernização e expansão do capitalismo dependente (exportação de matérias-primas, dependência do capital estrangeiro). O porfiriato beneficiou os latifúndios e os investimentos estrangeiros, sobretudo dos EUA na mineração. A indústria petrolífera mexicana emergiu nessa época. No entanto, no início do século XX, com o crescimento populacional e o aumento das desigualdades e da pobreza rural, cresceu a oposição ao porfiriato: grupos liberais, pressão por reformas democráticas e agrária, ascensão do movimento operário e sindical. Em 1910 eclodiu a Revolução Mexicana, um movimento popular que deixou o México mergulhado em uma década de guerra civil, culminando na instalação de um regime democrático.

 

52- Esquema: Independência do México


MÉXICO
1519-1821. ÉPOCA COLONIAL
VICE-REINO DA NOVA ESPANHA
 
 
 
 
 
 
 
 
1810-1821. GUERRA DA INDEPENDÊNCIA MEXICANA
1810-1815. REVOLTA DE HIDALGO E MORELOS
Revolução social indígena contra os criollos e espanhóis
Líderes: padres Hidalgo e Morelos
1810, 16 setembro. "Grito de Dolores": início da revolução proclamada por Hidalgo (data nacional mexicana)
1811. Hidalgo capturado (março) e executado (julho)
1815. Morelos capturado (novembro) e executado (dezembro)
1815-1821. GUERRILHA MORELISTA
Liderada pelo mestiço Vicente Guerrero
Combatida pelo general criollo Augustin Iturbide, um conservador.
1820-1823. REVOLUÇÃO LIBERAL NA ESPANHA
Contra o Antigo Regime: absolutismo do rei Fernando VII; privilégios da nobreza, militares e clero; poder da Igreja Católica
Fernando VII forçado a aceitar a Constituição de 1812, estabelecendo um regime monárquico liberal
Iturbide e os criollos conservadores ficam contra o novo regime e passam a apoiar a independência do México
1821, 24 FEVEREIRO. PLANO DE IGUALA
Aliança Iturbide-Guerrero pela independência
Criação do Exército das Três Garantias
As "três garantias" da aliança: liberdade (contra a Espanha), religião (catolicismo) e união (direitos iguais para os mexicanos)
O México seria uma monarquia constitucional com um monarca europeu (preferência Fernando VII)
Privilégios do clero e dos militares seriam preservados
 1821, 28 SETEMBRO. INDEPENDÊNCIA DO MÉXICO
Problema: nenhum monarca/príncipe europeu aceitou o trono mexicano
A Espanha só reconheceu a independência em 1836
Iturbide assumiu o poder
 
1822-1823. PRIMEIRO IMPÉRIO: REINADO DE AUGUSTIN I
Fracassou: pouco apoio

1823, maio. Revolução republicana derruba Iturbide e a monarquia.

1823-1876. 50 ANOS DE CRISE

Problemas econômicas e instabilidade política

Secessão do Texas

Ataques e invasões estrangeiras (EUA, França, Grã-Bretanha, Espanha)

1855-1857. LA REFORMA

Reformas liberais reduzem o poder da Igreja

1857-1860. GUERRA DA REFORMA

Guerra civil entre liberais e conservadores

Vitória liberal
1858-1872. PRESIDENTE BENITO JUAREZ: LIBERAL

1861, maio-julho. Suspensão do pagamento da dívida externa

1861, outubro. Intervenção militar da Grã-Bretanha, França e Espanha em represália pela suspensão do pagamento da dívida

Os EUA estavam na Guerra da Secessão e não tinham condições de aplicar a Doutrina Monroe para proteger o México

1861, dezembro. Aliança entre os conservadores e a França (Napoleão III)

França invadiria e ocuparia todo o México com apoio dos conservadores

O governo liberal de Juarez seria derrubado e a monarquia mexicana seria restaurada

Napoleão III colocaria um príncipe europeu no trono mexicano, protegido pelo exército francês  (o escolhido foi o príncipe Maximiliano Habsburgo da Áustria)

O México passaria a ser uma "semicolônia" francesa, fornecedora de prata e base para iniciar a hegemonia da França na América Latina

1862-1867. INVASÃO FRANCESA DO MÉXICO

GUERRA FRANCO-MEXICANA ou SEGUNDA GUERRA DE INDEPENDÊNCIA DO MÉXICO

1862, 5 maio. Batalha de Puebla: derrota francesa (data comemorativa mexicana do Cinco de Mayo)

Mas os franceses recuperaram-se militarmente e venceram os mexicanos em outras batalhas

1863, 7 junho. Os franceses tomam a Cidade do México, capital do país.

Juárez foge para o norte e se refugia na Cidade de Chihuahua, que vira a sede do governo mexicano em 1864-1867

De Chihuahua, Juárez dirige a resistência mexicana contra os franceses

1863, 10 julho. Uma Junta Governamental conservadora restaura a monarquia e proclama o Segundo Império Mexicano, com o imperador Maximiliano I (que aceitou a Coroa em outubro)

1864, 28-29 maio. Maximiliano I chega no México.

Maximiliano I reinou como um fantoche da França, totalmente dependente da presença militar francesa.

Mas ele não anula as reformas liberais, tenta conciliar sem sucesso os mexicanos e perde apoio dos conservadores, ficando mais dependente da França.

Seu reinado foi marcado pela guerra entre mexicanos republicanos (Juárez) e franceses, apoiados por um reduzido grupo de monarquistas

1865, abril. Fim da Guerra da Secessão. Os EUA passam a ajudar os mexicanos (empréstimos, armas)

1865, abril-julho. Início das vitórias militares mexicanas

1865, 3 outubro. Decreto Negro de Maximiliano I: todos mexicanos republicanos capturados na guerra seriam executados.

1866, abril. Diante da ameaça de guerra na Europa (Prússia e Áustria) e de guerra contra os EUA, Napoleão III resolve retirar as tropas francesas do México.

Maximiliano I recusou abandonar o México e tentou, com poucos recursos militares, enfrentar o avanço republicano.

1867, fevereiro. Maximiliamo I foge para a cidade de Querétaro.

1867, abril. Os republicanos reconquistam a Cidade do México.

1867, maio. Maximiliano é capturado pelos mexicanos.

1867, 19 junho. Maximiliano e os generais monarquistas são fuzilados.